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7 erros frequentes cometidos por motoristas na troca de óleo

O óleo é um componente essencial para o bom funcionamento do carro. Ele é responsável pela lubrificação das peças e também prevenir seu desgaste. É por isso que a troca de óleo é feita periodicamente.

Com a troca em dia, o óleo garante ao carro um melhor desempenho do propulsor, por exemplo. Do contrário, ele pode trazer uma série de prejuízos para o motorista, aumentando a necessidade de manutenção.

Um agravante muito comum é um consumo mais elevado de combustível e, mais drasticamente, o óleo pode até acabar fundindo o motor.

Deu para entender o quanto é importante efetuar a troca conforme as instruções do fabricante, não é mesmo?

No entanto, não é somente efetuar a troca do óleo. Se o procedimento não for feito corretamente, pode trazer problemas para o veículo da mesma forma.

Foi pensando nisso que listamos 7 erros frequentes cometidos por motoristas ao realizar a troca. E também como eles podem comprometer o funcionamento do seu carro. Confira:

1) Usar estopa para limpar a vareta

Alguns motoristas utilizam a estopa para limpar a vareta, o que não é recomendado. Isso porque o tecido não consegue retirar todos os resíduos do óleo antigo. Assim, o novo lubrificante pode ser contaminado por esses resíduos.

Para não prejudicar o seu carro, use sempre um papel absorvente ao limpar o instrumento durante a troca.

2) Não seguir o prazo

Os fabricantes estipulam um prazo para que a troca de óleo seja feita e isso não é à toa. Utilizar o lubrificante além do indicado forma borra e isso impede que a lubrificação tenha o mesmo efeito.

Como atinge diretamente as peças internas do motor, isso pode aumentar o atrito entre elas, desgastando-as precocemente.

Todavia, o intervalo para o procedimento é entre 5 mil a 10 mil quilômetros rodados, dependendo do fabricante.

3) Completar ou misturar o lubrificante

É um hábito muito comum entre os motoristas completar o óleo antigo com o novo. Quando isso é feito, ele acaba contaminado e perde a eficácia, o que resulta num desempenho ruim do motor.
Quanto a mistura, a prática é até possível, mas acaba sendo uma armadilha para o veículo e por isso não é tão recomendada.

Essa combinação, normalmente, é feita emergencialmente e a base dos lubrificantes não são a mesma. Visto que isso irá comprometer a eficácia do produto, se precisar misturar o óleo, procure usar àqueles com a mesma base.

Além disso, também é importante considerar a viscosidade e grau de SAE e API do lubrificante para misturá-lo.

4) Aditivos

Embora muitos pensem ser necessário, os aditivos podem ser prejudiciais para o carro.

Ele acaba comprometendo as propriedades do óleo, uma vez que colabora para a formação de depósitos no motor. Também é muito provável que você gaste dinheiro sem necessidade.

Os lubrificantes de melhor qualidade já são produzidos com alguns aditivos específicos e que não comprometem o desempenho do produto. Além disso, também atendem as necessidades básicas do veículo. Então, nada de aditivos a parte, ok?

5) Não fazer a troca do filtro

Trocar o óleo é essencial, mas esse procedimento envolve outras peças que também precisam ser substituídas. Uma delas é o filtro.

O filtro armazena os resíduos do óleo já oxidado e deve ser trocado assim como o próprio líquido. Já que esse volume residual irá contaminar o novo lubrificante, o que colabora para que ele envelheça mais rapidamente.

Assim, o filtro de óleo deve ser trocado em conjunto com o lubrificante, para manter esse sistema limpo e não levar nenhuma impureza ao motor.

6) Rodar com óleo fora do nível recomendado

Assim como não efetuar o procedimento é ruim, fazê-lo e não respeitar as recomendações também pode ser prejudicial para o carro.

Alguns motoristas costumam rodar com óleo no nível mínimo ou máximo e isso pode causar efeitos diferentes no carro.

Quando o lubrificante roda no mínimo pode perder a eficácia na lubrificação e causar atrito entre as peças, causando a perda imediata da potência de diversos componentes do motor.

Em casos mais graves, o motor pode até mesmo chegar a fundir pelo carro rodar fora do nível recomendado.

Do contrário, quando há mais óleo que o ideal, são grandes as chances do produto transbordar e atingir peças que não precisam de lubrificação.

Sempre faça a troca respeitando o nível recomendado, nunca mais ou menos do que as necessidades do veículo.

7) Colocar óleo no motor

Outro hábito comum dos motoristas é pingar lubrificante no motor. Essa ação tende a afetar diversas peças e componentes do veículo.

Entre as mais críticas estão a câmara de combustão, velas e o catalisador. Uma simples gota de óleo nessas áreas pode aumentar o consumo de combustível e os gastos com manutenção.

Todos esses erros são cometidos com frequência pelos motoristas. O resultado é um desgaste mais rápido do veículo e, consequentemente, a sua desvalorização.

Os carros perdem valor com o passar dos anos e situações como as descritas colaboram para isso.

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